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2017-02-27

PEDALAR EM PORTUGAL: UM GUIA PARA PLANEAR A SUA BIKE TOUR EM PORTUGAL

Vá pedalar em Portugal com conforto, usando este guia rápido, que lhe irá mostrar as melhores regiões, altura do ano, entre outras dicas, para tirar o máximo proveito da sua bike tour em Portugal.

Portugal é conhecido como um dos destinos turísticos de férias mais procurados em 2017 em motores de busca como o google. O país tem tido um boom de popularidade, já que que cada vez mais visitantes vêm conhecer a nossa gastronomia, cultura, beleza natural e autenticidade. Não poderíamos estar mais de acordo – afinal de contas nós vivemos aqui – pois temos beneficiado do seu clima e estilo de vida tranquilo de algum tempo a esta parte. O país está a fazer um excelente trabalho de autopromoção ao mesmo tempo que faz questão de assegurar a sua identidade e cultura. Uma das melhores formas de explorar a autenticidade do estilo de vida e tradições portuguesas é viajar de bicicleta. Pedalar em Portugal é uma óptima maneira de conhecer o país, especialmente as zonas menos urbanizadas, onde irá descobrir as aldeias pitorescas, as vinhas, o peixe fresco, a cozinha mediterrânica e, para nós ciclistas, tirar partido da ausência de carros. Ainda que o país careça de grandes infraestruturas como ciclovias, tem óptimas estradas secundárias, que podem ser usadas para viajar de bicicleta, de norte a sul. Assim, a questão que se mantém:

PORQUÊ ESCOLHER PORTUGAL COMO DESTINO CICLOTURÍSTICO?

Clima, cultura, gastronomia, diversidade geográfica, história, natureza… são imensas as razões.

Espectacular, acessível, diversificado: com 10 milhões de habitantes e 92,212 km2 de superfície, é considerado um dos países da Europa mais diversos geograficamente bem como palco de imensos lugares e tradições considerados património mundial da UNESCO – país suficientemente pequeno para que uma boa parte dele possa ser visitada numa bicicleta, levando-o a conhecer diferentes lugares, tradições, sabores e beleza natural do seu património. Portugal tem praias encantadoras, vales glaciares, imensas serras, terrenos vinícolas e parques nacionais.

 

Orientado para o turismo: O turismo é uma das actividades principais do país, o que significa que poderá encontrar diversos tipos de hotéis em todo o lado, bons conhecimentos gerais da língua inglesa, bom sistema de transportes e várias opções de restaurantes e cafés. O turismo é uma das actividades principais do país. Ao pedalar em Portugal, encontrará óptimas infraestruturas de apoio à sua estadia: desde espectaculares hotéis de 5 estrelas a encantadores palácios e quintas que têm sido restaurados com grande empenho para hospedar turistas de todo o mundo. Palco de diversos locais considerados património mundial da UNESCO, Portugal orgulha-se de cuidar bem das suas atracções e destinos turísticos.

Excelente clima para fazer ciclismo durante todo o ano: de frente para o oceano Atlântico, o nosso país tem um clima marítimo, com uma temperatura média anual de 16ºC e sol todo o ano, tornando-o no destino perfeito para fazer ciclismo. Em Julho ou Agosto convém escolher com sabedoria a região da sua preferência, já que estes meses podem ser demasiado quentes para fazer ciclismo em algumas zonas do interior. Ao pedalar em Portugal, irá deparar-se com um Outono ameno e o Inverno é seguido de uma Primavera e um Verão cheios de sol. Isto faz com que seja um excelente destino de férias para ciclistas, tanto para começar a temporada como simplesmente para pedalar o Verão inteiro.

Grande riqueza histórica e cultural: Portugal foi o epicentro de rotas comerciais outrora lideradas pela maior frota naval que o mundo alguma vez viu, durante mais de 600 anos. Ao visitar Portugal, irá encontrar um país de exploradores e um dos primeiros a aventurar-se no mar e a descobrir novas culturas em África, Ásia, Índia e nas Américas, facto que actualmente continua a ser visível através da língua portuguesa, que é a terceira língua mais falada no mundo. O condado Portucalense foi constituído em 1139 por D. Afonso Henriques, numa épica batalha de família. No entanto, mesmo antes da sua fundação, a então Lusitânia era já habitada por romanos desde 45 A.C., bem como por visigodos, mouros e muitos outros. Hoje Portugal é um estado-nação soberano que se orgulha de fazer parte da Europa e de ter uma história e uma identidade cultural de grande riqueza, bem como de ser um “pequeno” país aberto ao mundo, que sempre abraçou outras culturas e artes. Deste modo, irá descobrir que a arquitectura, a literatura, a música e o teatro modernos e contemporâneos dos dias de hoje se misturam com tradições milenares e artesanais. Uma bike tour em Portugal vai proporcionar-lhe uma forma única e relaxante de conhecer o nosso país.

Comida e vinhos espectaculares: O que será mais importante após uma dura e exaustiva viagem de bicicleta do que desfrutar de uma refeição deliciosa? No que diz respeito a comida, Portugal é um destino que vale definitivamente a pena visitar: ser banhado pelo oceano Atlântico significa que Portugal tem imenso peixe fresco, maravilhoso, bem como marisco, os quais são sabiamente utilizados na nossa famosa culinária mediterrânica. Contudo, a grande variedade cultural e paisagística deste país significa que cada região tem uma variedade infinita de queijos, vinhos e gastronomia local, assim, se vier pedalar em Portugal, tem de ir conhecer o Douro e o Alentejo, que foram votadas como as melhores regiões vinícolas do mundo, não só por possuírem algumas das melhores experiências de degustação de vinho, como também pelas suas paisagens únicas e pitorescas, pelas pessoas, adegas, quintas e cultura. Deste modo, onde quer que vá, será fácil encontrar comida saborosa, única e simples. Desde restaurantes com estrelas Michelin às tascas locais, Portugal é um paraíso gastronómico.

Óptimas estradas secundárias e caminhos, com poucos automóveis: A grande maioria da população portuguesa está concentrada em Lisboa, Porto e nas cidades próximas. As zonas rurais têm muito menos densidade populacional, tal como parte da região costeira, parques naturais, etc. Por exemplo, a região do Alentejo, que é aproximadamente do tamanho de um país como a Bélgica, tem apenas 400.000 habitantes – isto faz com que as estradas secundárias sejam óptimas para pedalar na sua bicicleta, num ambiente praticamente livre de carros, onde poderá visitar as vinhas locais – o que cria um clima excelente para um calmo passeio de grupo. Além disso, muitas das regiões têm investido na criação de parques de bicicletas e na manutenção e melhoria de estradas, o que as torna perfeitas para ciclismo de montanha.

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QUAL É A MELHOR ALTURA PARA PEDALAR EM PORTUGAL?

Different regions are better explored in different times of the year...

As diferentes regiões são mais bem exploradas em diferentes alturas do ano…

Ao pedalar em Portugal, aproveitará melhor a sua experiência fora da época alta – Julho e Agosto podem ser demasiado quentes para fazer ciclismo e haverá mais turistas a visitar o país durante esses meses. Poderá fazer uma bike tour em Portugal durante o Inverno, nos primeiros meses do ano, entre Janeiro e Março, desfrutando da temperatura amena, com uma média de 17ºC a 19ºC, o que faz desta altura perfeita para ciclismo de estrada e grupos de ciclismo que queiram treinar antes do início da temporada. Em Abril, Maio e Junho, poderá tirar partido do clima da Primavera e do início do Verão, altura espectacular para fazer ciclismo como lazer e para touring de bicicleta, rodeado de campos em flor. Setembro, Outubro e até mesmo Novembro são também óptimos para pedalar, enquanto meses de transição do Verão para o Outono, para acabar o ano em grande – em Setembro e Outubro poderá presenciar a estação das colheitas, em particular nas regiões do Douro e do Alentejo.

 

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COMO POSSO PLANEAR A MINHA VIAGEM?

Go on a self-guided adventure or choose a bike tour from a local supplier...

Embarque numa aventura autoguiada ou escolha uma bike tour no seu fornecedor local

Voos: A melhor forma de chegar a Portugal é ir de avião até ao aeroporto que ficar mais próximo do ponto de partida da sua viagem de bicicleta. Pode escolher o aeroporto consoante a região que quiser explorar primeiro – o aeroporto do Porto é perfeito para quem quer explorar o Norte de Portugal, o Douro, ou para pedalar até Santiago de Compostela pela região do Minho; o aeroporto de Lisboa é a melhor opção para explorar a zona de Sintra, a costa de prata e a costa azul, ou a região vinícola do Alentejo; o aeroporto de Faro é a porta de entrada para o sul do país, para a costa Sudoeste e para o Algarve. Estes são os três aeroportos principais de Portugal continental. Pode também optar por voar até Ponta Delgada, no arquipélago dos Açores, para explorar um dos destinos de maior beleza natural do mundo, ou até aos Funchal, na ilha da Madeira.

Alugue uma bicicleta e planeie a sua própria rota: Caso seja um ciclista experiente e pretenda explorar o país por si próprio, talvez a melhor opção seja procurar um bom serviço de aluguer de bicicletas, de confiança – Portugal é um país seguro, que pode ser explorado numa aventura auto-guiada – assegure-se apenas que possui as rotas de bicicleta apropriadasde modo a que se mantenha longe do trânsito. Poderá também explorar diversas outras opções, mais orientadas para o ciclismo, tais como:

Centros nacionais de bicicletas de montanha (Centros de BTT): Mais de 1330 km de trilhos identificados em diversos centros de BTT ao longo do país, especialmente no norte de Portugal.

Rede nacional de cicloturismo: Um projecto concebido por um engenheiro de projectos de estradas português e adepto do turismo, Paulo Guerra dos Santos, com mais de 1375 km de caminhos de pedra e estradas secundárias, para viajar de norte a sul de Portugal.

Ecovia Algarviana: uma estrada de 300 km no Algarve, óptima para viajar pelo sul de Portugal. A Via Algarviana é uma Grande Rota Pedestre (GR13) que liga Alcoutim a Cabo de São Vicente, com uma extensão de 300 km, na sua maior parte construída nas serras algarvias. Foi concebida com o intuito de fazer parte das rotas transeuropeias, ligando-se à E4 e à E9. Esta rota atravessa onze municípios algarvios (Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Tavira, S. Brás de Alportel, Loulé, Silves, Monchique, Lagos, Portimão e Vila do Bispo) e cerca de 21 juntas de freguesia.

EuroVelo1: de este a oeste, a fronteira entre Espanha e Sagres, a EuroVelo 1 atravessa o Algarve na sua totalidade – mais de 200 quilómetros de costa – o suficiente para agradar a todos, desde dunas recônditas a enseadas rochosas, de pequenas baías a grandes extensões de areal, de lagoas de pouca profundidade a ondas ideias para surf no selvagem oceano Atlântico.

Ciclovias: neste site terá a possibilidade de ver e descarregar todas as Ecopistas, Ciclovias e Ecovias do país – uma excelente base de dados para bike touring.

Faça uma bike tour numa ou duas regiões: existem imensas empresas que oferecem serviços de bike tours em Portugala operar em diferentes regiões. Desde tours auto-guiadas assistidas a experiencias totalmente guiadas, ao optar por uma experiência planeada terá a oportunidade de descobrir trilhos espectaculares bem como hotéis, restaurante, atracções, etc.. Ainda que a extensão do país não seja muito grande, para explorar a fundo uma região como o Alentejo, o Douro, o Algarve, ou outra, irá demorar aproximadamente uma semana. Assim sendo, a melhor opção é reservar uma ou duas bike tours de uma semana nas regiões da sua preferência. Lembre-se que as diferentes regiões são adequadas a diferentes tipos de ciclistas, uma vez que têm altimetrias, paisagens e atracções específicas. Veja abaixo a lista das diferentes regiões e como explorá-las a pedalar!

pedalar em portugal - bike tour em portugal

 

QUAIS SÃO AS MELHORES REGIÕES PARA PEDALAR EM PORTUGAL?

Explore as regiões que melhor se enquadram no seu perfil de ciclista…

O vale do Douro e o parque internacional
Quando ir: de Março a Junho; de Setembro a Outubro (estação das colheitas)
Tipo de condução: ideal para ciclistas intermédios ou avançados
Tipo de bicicleta: Bicicletas de estrada ou de Touring
Tipo de terreno: Montanhoso Duração: 5 a 7 dias

O vale do Douro, no norte de Portugal, é um lugar verdadeiramente especial para uma bike tour. A melhor forma de lá chegar é apanhar um avião para o aeroporto do Porto, onde o rio Douro desagua no mar e onde se encontram as adegas de vinho do Porto. Sendo a primeira região vinícola demarcada do mundo, está repleta de adegas, quintas, miradouros, restaurantes, museus e outras actividades até onde poderá viajar e que poderá explorar (embora recomendemos que visite as vinhas apenas DEPOIS da viagem…). É aqui que o vinho do Porto tem origem, sendo também lugar de produção de óptimos vinhos tintos e brancos (2011 foi um óptimo ano de colheita, por isso, se ainda encontrar algum vinho deste ano, fique com algumas garrafas!) As melhores zonas desta região para pedalar encontram-se depois de Peso da Régua, onde começa a região vinícola – pode chegar a Peso da Régua de carro ou de barco, o qual sobe o rio a partir do Porto, ou ainda apanhando um comboio na bela estação de São Bento no Porto (esteja também atento ao comboio histórico que funciona em algumas estações do ano).

Com vista a explorar melhor a região vinícola, poderá começar em Peso da Régua e pedalar ao longo do rio Pinhão, passando também pelo rio Adorigo, Galafura, Alijó e outros belos miradouros. Esta é uma região montanhosa, com longas descidas e subidas e, portanto, aconselhada apenas a ciclistas intermédios e avançados, embora haja também algumas etapas mais calmas, nas quais poderá descansar e recuperar (a maioria na N22 entre Peso da Régua e Pinhão). Um pouco acima de Pinhão, continue a subir até São João da Pesqueira e assegure-se que visita o miradouro de São Salvador do Mundo. A partir de Pesqueira poderá facilmente chegar a Foz Côa, Moncorvo ou Marialva, começando a explorar a segunda parte desta jornada, o Parque internacional do Douro. Aqui encontrará menos vinhas e mais olivais e amendoais. O terreno e a paisagem mudam ligeiramente, tornando-se mais ásperos e selvagens – é também aqui que poderá visitar as gravuras de Foz Côa (com mais de 30000 anos) e algumas povoações históricas como Marialva, Trancoso, Figueira de Castelo Rodrigo, entre outras – devido à sua proximidade a Espanha, a maioria possui os seus próprios castelos e fortes. Descer até Barca D’Alva (a subir novamente) e pedalar ao longo do Douro pela fronteira espanhola em direcção a Freixo de Espada à Cinta é simplesmente alucinante. Uma vez que a maior parte desta região está repleta de quintas e plantações privadas, recomendamos que explore a zona numa bicicleta de estrada, ou híbrida, já que tornará a deslocação mais fácil, permitindo-lhe desfrutar de uma experiência em pleno. Outra forma de explorar esta região será juntar-se a uma bike tour no Douro com a Live Love Ride – uma excelente maneira de conhecer a fundo a estilo de vida desta maravilhosa região. Clique aqui para ler mais acerca de como Pedalar na região do Douro, artigo anterior deste blog, ou veja o vídeo abaixo, de uma das nossas bike tours no Douro com Bicycle Touring Pro:

 

 

O Algarve

Quando ir: De Fevereiro a Maio; de Setembro a Novembro;
Tipo de condução: ideal para ciclistas principiantes a avançados
Tipo de bicicleta: Bicicletas de estrada, passeio ou montanha
Tipo de terreno: Misto – montanhoso no interior, mais fácil pela costa
Duração: 5 a 7 dias

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O Algarve é a região mais a sul de Portugal e um dos destinos turísticos mais populares do país – cerca de 10 milhões de pessoas visitam esta região todos os anos, especialmente durante a época alta. É óptimo para ciclistas principiantes, intermédios ou avançados e todos os anos damos as boas-vindas a vários ciclistas de estrada e equipas/clubes que querem pedalar em Portugal e ao mesmo tempo desfrutar do sol quente na pele. O terreno é predominantemente plano ao longo da costa, fazendo com que seja uma óptima opção para ciclistas principiantes ou para quem quer simplesmente relaxar, com duas serras no interior – a Serra do Caldeirão e a Serra de Monchique. O Algarve estende-se para sul do rio Tejo até à costa sul da Península Ibérica. O seu ponto mais alto é Fóia, com 902 metros – uma das subidas épicas da região, em Monchique, constituindo um passeio duro, mas que é compensado pelas paisagens da costa algarvia e até do Alentejo. No Algarve poderá também encontrar a lagoa da Ria Formosa, uma reserva natural com mais de 170 quilómetros quadrados e lugar de paragem de centenas de aves diferentes. O comprimento da costa sul é de aproximadamente 155 quilómetros. O litoral é famoso pelas suas pitorescas grutas calcárias, especialmente na zona de Lagos. Esta região é também palco de uma imensa variedade de praias, desde as mais pequenas e calmas praias do Parque Natural da Vicentina (de Aljezur a Sagres) às praias de maior extensão como em Alvor ou na Falésia – na costa sudoeste do Algarve poderá desfrutar de trilhos espectaculares na Rota Vicentina, os quais estão devidamente assinalados e brevemente serão incluídos no projecto Eurovelo 1, o qual irá permitir que os ciclistas pedalem pela costa algarvia de este a oeste e para cima pela costa sudoeste até ao Alentejo.. Aqui, irá encontrar as tradicionais falésias com vista para as mais puras praias e para as pequenas aldeias piscatórias. Estas praias são planas com algumas montanhas, sendo ideais para quem procura uma condução mais tranquila. Desfrute de uma estadia num hotel de charme como o Salgados Palace Hotel, que fica apenas a dois passos da praia, ou vá num passeio matinal pedalando até Barranco do Velho ou Monchique, ambas belas regiões da zona algarvia. No Verão, as temperaturas oscilam entre os 25ºC e os 48ºC (118ºF). Este é também um dos motivos pelos quais os sobreiros, laranjeiras e amendoeiras se dão tão bem nesta zona. Como pode ver há imensas razões para fazer uma bile tour em Portugal. A forma mais fácil de chegar é apanhar o avião para Faro. Se não houver nenhum voo directo que se adapte à sua viagem ou caso os voos sejam demasiado caros, pode reservar um voo para o aeroporto de Lisboa e alugar um carro até ao Algarve. Existem várias opções que pode escolher para uma bike tour no Algarve – explore as bike tours no Algarve da Live Love Ride que vão desde Campos de Ciclismo no Algarve  a uma bike tour na costa sudoeste de Portugal .  Clique aqui para ler o post anterior do nosso blog sobre “Pedalar no Algarve - Um guia para descobrir o sul de Portugal numa bicicleta ”.

Região vinícola do Alentejo 

Quando ir: De Março a Junho; de Setembro a Novembro
Tipo de condução: Ciclistas principiantes a intermédios
Tipo de bicicleta: Bicicletas de estrada e de passeio
Tipo de terreno: maioritariamente colinas, com zonas planas e subidas ocasionais
Duração: 5 a 7 dias

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O Alentejo, votado como a melhor região vinícola em 2014 pelos EUA, é hoje uma das regiões de Portugal que mais bem se adapta a todos os tipos de ciclistas. No Alentejo, poderá pedalar por colinas sem fim e trilhos escondidos entre as vinhas, olivais e sobrais. As estradas livres de automóveis do Alentejo proporcionam um excelente ambiente para qualquer tipo de bike tour em Portugal e a sua topografia faz com que seja uma região espectacular para ciclistas principiantes e intermédios, uma vez que existem poucas subidas ao longo do caminho. Ao mesmo tempo, a paisagem é extremamente variada, desde o norte do Alentejo, passando pelas acidentadas serras de Marvão e Castelo de Vide (Serra de Portalegre) até aos olivais e vinhas do centro do Alentejo, de Estremoz até ao Lago do Alqueva (o maior lago artificial da europa), apenas interrompida por subidas mais longas na zona da Serra D’Ossa. A experiência de condução é mais bem conseguida em bicicletas de estrada ou de passeio, uma vez que a maior parte dos campos são privados e, portanto, fechados por portões, muitos deles sendo zonas de pasto. O Alentejo é uma das regiões do país menos populosa, com apenas 400.000 habitantes no total, o que significa que a maior parte do tempo poderá pedalar por estradas livres de carros e por pequenas aldeias pacatas, onde entrará em contacto com a acolhedora população local. Os restaurantes florescem por toda a parte, sendo obrigatório experimentar a gastronomia local, rica em ervas, especiarias, porco, o incontornável pão, azeitonas e azeite, entre outros elementos que resultam da fusão entre as culturas árabe e portuguesa. A herança cultural do Alentejo tem uma longa história – aqui irá encontrar uma mistura cultural com mais de 6000 anos sendo exemplo disso as “Antas” e “Cromeleques” bem como os traços da tradição mourisca evidentes na arquitectura, os castelos medievais e os templos romanos. Terá a chance de visitar as vinhas locais como a Herdade do Esporão, a Adega da Cartuxa, o Monte da Ravasqueira e saborear os seus vinhos directamente na fonte. Um dos nossos clientes descreveu esta região como “a Toscânia sem as suas colinas”. Qualquer bike tour no Alentejo tem de incluir Marvão, Castelo de Vide, Crato, Estremoz, Monsaraz, o lago Alqueva e Évora, capital da região e cidade fortificada, património mundial da UNESCO, onde irá encontrar uma amálgama de influencias que define a cultura alentejana. A partir de Évora poderá manter-se a pedalar até à costa, onde encontrará algumas das mais encantadoras praias do país – a costa azul de Portugal e o parque natural da Vicentina, uma zona que merece uma bike tour exclusiva, da qual nós falaremos mais abaixo! Clique aqui para obter mais informação acerca da nossa Bike tour no Alentejo – região vinícola e património cultural ” ou explore mais sobre ciclismo no Alentejo, através do nosso post aqui presente: "Um dia perfeito a pedalar pelo Alentejo ".

 

Costa do Alentejo e do Algarve – Parque natural Vicentina 

Quando ir: De Março a Julho; de Setembro a Outubro
Tipo de condução: Ciclistas principiantes ou intermédios
Tipo de bicicleta: Bicicletas de touring ou de montanha
Tipo de terreno: Colinas, estradas longas, com ocasionais subidas curtas e íngremes; trilhos de bicicleta ao longo do parque natural Vicentina
Duração: 5 a 7 dias

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A costa sudoeste do Alentejo e do Algarve, banhada pelo Oceano Atlântico, é palco de alguns dos melhores passeios oceânicos que Portugal tem para oferecer, especialmente no parque natural da Vicentina, que começa em Sines e se estende em direcção a sul, até Sagres (o ponto mais a sul do país). Aqui poderá encontrar praias recônditas, falésias, ilhotas e rochas isoladas – a Ilha do Pessegueiro é, na realidade, uma duna consolidada, ancorada a dois passos da costa, e, em terra, bosques e charnecas vão-se alternando com plantações de sequeiro e de regadio, bem como produção de madeira. Na costa sudoeste e no parque natural Vicentina encontrará raras espécies botânicas (a sua maioria na zona dos cabos de Sagres e São Vicente), lares de varies espécies de pássaros, cegonhas brancas que constroem os seus ninhos nas encostas rochosas, sendo ainda lugar de passagem de numerosas outras aves. Passeando ao longo da costa, de norte a sul, a presença constante do Oceano Atlântico e o conjunto de estradas secundárias e trilhos da Rota Vicentina proporcionam uma atmosfera encantadora para pedalar, experiência que será especialmente bem aproveitada em bicicletas de montanha ou de passeio, devido à variedade do pavimento ao longo do percurso – embora possa encontrar algumas subidas no caminho, esta rota é ideal para diferentes tipos de ciclistas, desde principiantes a avançados. Poderá começar a sua bike tour em Lisboa, apanhando o comboio para Setúbal ou Azeitão e iniciar a sua aventura a partir daí, explorando o parque natural da Arrábida, antes de apanhar o ferry no estuário do Sado em Setúbal – fique atento, poderá ver golfinhos – até à península de Tróia, onde poderá pedalar ao longo das encantadoras praias e campos de arroz na Comporta, dirigindo-se para sul, para Sines (tome atenção ao trânsito e à travessia para Sines, pode ser complicada). Depois de Sines, pedalando ao pelo litoral, irá descobrir as praias de São Torpes, Porto Côvo e iniciará verdadeiramente a sua experiência pelos caminhos da Costa Vicentina. Uma vez tratando-se de um parque natural, não existem muitos hotéis nesta zona, portanto aconselhamo-lo a reservar com antecedência a sua estadia nas pacíficas “herdades” que se encontram ao longo do caminho. Cabo Sardão, Zambujeira e Odeceixe são destinos obrigatórios antes de entrar no Algarve, atravessando Aljezur e as praias da Amoreira, Carrapateira e Arrifana. Viajando para sul, chegará a Sagres, o clímax das suas férias de ciclismo, já que o país termina aí, no Cabo de São Vicente. Comece a caminhar em direcção ao norte, por Lagos, atravessando as praias de Burgau, Praia da Luz e muitas outras e nunca se esqueça de trazer o fato-de-banho para esta viagem, pois irá encontrar imensas oportunidades de se refrescar pelo caminho. Clique aqui se quiser saber mais acerca da Bike tour na costa sudoeste de in Portugal  ou explore mais sobre ciclismo nesta área no site da Rota Vicentina.

O Porto e o Caminho português para Santiago

Quando ir: Maio, Junho, Julho, Setembro, Outubro
Tipo de condução: ideal para ciclistas intermédios
Tipo de bicicleta: Bicicletas de montanha ou Touring
Tipo de terreno: Terreno misto
Duração: 5 a 7 dias

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O Caminho de Santiago constitui uma experiência religiosa para alguns ciclistas mas atrevemo-nos a dizer que é uma experiência espiritual para todos eles. Pedalar pelo Caminho de Santiago, quer seja a partir de França, Espanha ou Portugal é um marco para muitos ciclistas, uma vez que este é um caminho que deixa marcas. A experiência do Caminho português de Santiago é mais bem conseguida partindo do Porto (ou de Lisboa, se tiver a possibilidade de fazer uma viagem de 15 dias), onde irá pedalar ao longo do noroeste de Portugal – pela região do Minho – e da Galiza, em Espanha, até chegar a Santiago de Compostela. Os dois melhores caminhos a partir do Porto são o Caminho Costeiro e o Caminho Central, ambos no Norte – um deles pela costa, o outro é um duro caminho de 30 km pelo interior, até se unirem em Pontevedra, Espanha, e seguindo viagem para Santiago. Ambos os Caminhos estão assinalados por setas amarelas, ou vieiras, apontando em direcção à catedral de Santiago de Compostela, o que torna este percurso fácil de seguir, embora, se seguir à risca as setas amarelas talvez tenha de atravessar ocasionalmente alguns trilhos e estradas mais complicados. O que diferencia o caminho português da maioria dos caminhos conhecidos franceses ou espanhóis é a sua singularidade – o Caminho não é tão tranquilo como outros possam ser; pelo contrário, é mais cru, autêntico e aventuroso. O caminho central poderá proporcionar-lhe uma maior profundidade histórica e cultural na região do Minho, enquanto pedala pelas belas e românticas cidades de Barcelos, Ponte de Lima e Valença, e é um pouco mais difícil de subir, especialmente a partir de Ponte de Lima, na Serra da Labruja. O caminho costeiro é mais tranquilo e menos exigente nos primeiros dias mas, se seguir as setas amarelas, irá deparar-se com alguns terrenos mais técnicos a partir do segundo e do terceiro dias o que poderá atrasar o progresso da viagem. Ambos os caminhos têm terrenos mistos – alcatrão, caminhos de pedras, estradas romanas antigas, alguns trilhos – e são na sua maior parte rodeados por bosques e zonas rurais, ocasionalmente com algumas zonas urbanas como Porto, Vigo, etc. As melhores opções para este trajecto são as bicicletas de montanha ou de passeio, uma vez que o terreno é misto – pode optar por usar uma bicicleta de estrada mas não lhe será permitido seguir todas as indicações. Ciclistas intermédios ou experientes devem demorar cerca de 4 a 5 dias a fazer o Caminho desde o Porto, enquanto oc ciclistas principiantes/intermédios poderão levar 6 a 7 dias – toda a gente pode fazer o Caminho mas aconselhamos a que seja feita alguma preparação, já que os ciclistas sem experiência poderão precisar de passar mais horas por dia a pedalar. O caminho começa no Porto, a segunda maior cidade de Portugal logo a seguir a Lisboa e uma das principais metrópoles da Península Ibérica. No entanto, antes de partir e iniciar a sua jornada, deve dispensar algum do seu tempo para saborear o famoso vinho do Porto e os vinhos do Douro, bem como para conhecer a cidade e a sua encantadora arquitectura e tantas outras atracções como a Torre dos Clérigos, a lindíssima livraria Lello, a zona antiga da Baixa com o seu comércio tradicional, restaurantes e pastelarias, a Ribeira – bairro junto ao rio Douro de frente para as adegas de vinho de Gaia – entre outros locais. Comece a sua viagem a partir da Sé Catedral, quer opte pelo caminho costeiro ou pelo caminho central e aproveite para conhecer os vinhos verdes da região minhota, bem como a gastronomia local, a herança cultural romana, não esquecendo que foi aqui que Portugal se formou enquanto país, como se sabe, no século XII, tendo sido este o condado onde foi coroado o primeiro rei português, D. Afonso Henriques, aqui mesmo no Minho. Pedale em direcção à Galiza, descobrindo a herança cultural celta, as tapas, o maravilhoso marisco e a brilhante arquitectura, até chegar a Santiago de Compostela e dar-se conta que o Caminho nunca acaba realmente… ;) Clique aqui para saber mais acerca da nossa bike tour do Porto a Santiago de Compostela.

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Açores – Ilha de São Miguel

Quando ir: De Março a Outubro
Tipo de condução: ideal para ciclistas intermédios ou experientes
Tipo de bicicleta: Bicicleta de estrada
Tipo de terreno: Montanhoso
Duração: 5 a 7 dias

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Uma Bike tour no arquipélago dos Açores   considerada a melhor ilha do mundo como destino turístico pela National Geographic – é uma experiência fenomenal para os amantes da natureza. As 9 ilhas do Açores, localizadas no meio do Oceano Atlântico, a meio caminho entre a Europa e os EUA, são o resultado de uma erupção de lava no fundo do oceano, uma vez que se encontram nas margens das placas tectónicas da Eurásia e da América do Norte. O seu clima é subtropical, exibindo campos verdes com pastagens luxuriantes, flores, flora e fauna endémicas, características que fazem desta região um destino fantástico para os adeptos do ciclismo que queiram embarcar numa desafiante aventura num dos mais originais e pitorescos destinos do mundo. A ilha de São Miguel, a maior e mais famosa dos Açores, é provavelmente o mais completo destino para fazer ciclismo neste arquipélago, já que poderá pedalar ao longo de cenários espectaculares e estradas de asfalto em excelentes condições, passando por vulcões adormecidos, lagoas, florestas tropicais, fontes termais de águas quentes sulfurosas, subidas até aos miradouros nas Sete Cidades, Lagoa do Fogo, podendo ainda relaxar nos melhores hotéis e resorts termais de São Miguel. Ciclistas experientes em trilhos e montanha irão achar os caminhos em São Miguel tão espantosos quanto exigentes, uma vez que este paraíso vulcânico tem algumas subidas íngremes. No entanto, as melhores formas de conhecer a ilha são provavelmente a caminhar ou a pedalar na estrada, o que lhe permitirá cobrir uma área maior e visitar a ilha inteira – contudo, este não é um destino aconselhado a ciclistas inexperientes – o loop de bicicleta de Ponta Delgada à Lagoa das 7 Cidades atinge facilmente os 1500m de altura, e se quiser subir todo o caminho até à Lagoa do Fogo facilmente atingirá 2000 m de altura – mas as paisagens fazem com que valha totalmente a pena. A melhor forma de explorar São Miguel a pedalar é ficando em Ponta Delgada, a capital da ilha, e usar este ponto como base para ir até à zona oeste e à zona central da ilha. A partir de Ponta Delgada, poderá passear até à Lagoa das Sete Cidades, via Vista do Rei, ou até à Lagoa do Canário e uma vez alcançando estas espantosas vistas, poderá descer até à Ribeira dos Caldeirões, onde encontrará lagos de água azul e verde num dos mais espectaculares passeios que alguma vez conheceu. Pode optar por pedalar em direcção à zona norte, até Santa Bárbara, Rabo de Peixe ou Ribeira Grande se preferir um percurso menos acidentado. Para explorar o lado este da ilha, sugerimos que pedale em direcção às Furnas, um resort termal da região, onde deverá experimentar as fontes termais de água quente, enquanto é rodeado pela natureza subtropical – pode ir pela costa, para um caminho menos montanhoso ou, se quiser passar o dia a pedalar intensamente, suba todo o caminho até à Lagoa do Fogo – uma subida verdadeiramente épica, que termina num miradouro espectacular – antes de chegar às Furnas. A partir das Furnas, pode pedalar até ao miradouro "Salto do Cavalo", Nordeste, Povoação entre outros. Todas estes percursos são duros, mas isso só faz com que ser torne ainda mais especial recuperar depois nas fontes termais de água quente. Além disso, assegure-se que combina o ciclismo com outras actividades durante a sua estadia – vai achar que São Miguel é um destino fantástico para turismo natural, podendo juntar-se a uma excursão de observação de baleias para ver os cachalotes e as baleias azuis, caminhar ao longo dos trilhos de vulcões, das lagoas e fontes de água quente, rodeado pelo azul profundo do oceano e do verde quase fluorescente dos pastos e zonas florestais, visitar as únicas plantações de chá disponíveis na Europa. A famosa gastronomia desta região é constituída por carnes tenras e guisados, pelo maravilhoso peixe fresco e marisco que abundam nesta zona do Oceano, bem como pelos surpreendentes vinhos brancos, queijos regionais e doces, que também valem bem a pena. Clique aqui para saber mais acerca das bike tours nos Açores.

A magia das serras de Lisboa: Sintra e Arrábida

Quando ir: De Abril a Outubro
Tipo de condução: Ciclistas intermédios a experientes
Tipo de bicicleta: Bicicleta de montanha, de estrada, ou Touring
Tipo de terreno: Montanhoso
Duração: entre meio-dia a 2 dias

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A capital de Portugal, Lisboa, é uma linda cidade com mais de 2.7 milhões de habitantes, o que faz dela a 11ª cidade mais populosa da Europa. Apesar da perfeita combinação entre a cidade e as praias, Lisboa é também famosa pela sua riqueza cultural, gastronomia local, pelos seus lindos edifícios e pela pulsante vida nocturna. O Castelo de São Jorge, o Bairro Alto e o Terreiro do Paço são apenas alguns dos lugares mais visitados da capital portuguesa. No que diz respeito a ciclismo, as melhores áreas para pedalar são fora de Lisboa, na serra de Sintra, a norte de Lisboa e perto de Cascais, ou na Serra da Arrábida. Ambas são parques naturais, oferecendo encantadoras paisagens, excelentes estradas alcatroadas e trilhos de bicicleta. Sintra é famosa pelas suas ruínas Mouras, pelo Castelo da Pena, pela Quinta da Regaleira e pela vegetação luxuriante, que abre caminho a estradas estreitas e trilhos que atravessam a serra, com vista para o Oceano Atlântico, através da qual se pode chegar ao Cabo da Roca, o ponto mais a oeste da Europa continental. A Arrábida é bem conhecida pelas suas povoações pitorescas, vinhas, pela vista para a Península de Tróia e pelas praias de águas cristalinas como o Portinho da Arrábida onde poderá terminar a sua viagem na praia, comendo peixe fresco e bebendo os vinhos de Azeitão. Poderá explorar ambas as regiões em bicicletas de estrada ou de montanha (existem excelentes trilhos e estradas nas duas serras). Para chegar a Sintra a partir de Lisboa, a melhor maneira é apanhar o comboio na estação que fica localizada no centro histórico, de modo a evitar a marginal lisboeta cheia de trânsito. Para chegar à Arrábida, a melhor opção é também ir de comboio, saindo em Azeitão ou Setúbal – pode levar a sua bicicleta em ambos os comboios. Se ficar mais de um dia em Lisboa assegure-se de que pedala por ambas as Serras (e partilhe connosco da qual gostou mais, nós próprios não sabemos). Clique aqui para saber mais acerca das nossas bike tours em Sintra e na Arrábida, ou assista ao nosso vídeo em bicicleta de montanha mais abaixo, inteiramente filmado em Sintra e na Arrábida:

 

 

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